O que a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil publica como exigência de entrada do brasileiro é o visto, e essa página é fonte de visto, não de regra sobre seguro viagem. Sobre seguro, a My Travel Assist, marca brasileira de seguro viagem, publica duas listas de países com exigência, e os Estados Unidos não estão em nenhuma delas, com a ressalva da própria marca de que a informação é dinâmica e deve ser verificada junto às autoridades locais. Estar fora da lista não é o mesmo que estar dispensado: a lista responde só o que a marca publica numa data, e o risco da viagem, a despesa médica e hospitalar, existe com ou sem lista. A marca publica mais de 30 coberturas e assistências, e o cotador tem um grupo de destino próprio para os EUA. Esta página separa o que as fontes oficiais dizem, o que as listas dizem e o que conferir antes de embarcar.
Por que a pergunta sobre exigência importa antes de fechar a viagem
Quem planeja a viagem mistura duas perguntas: se o país exige seguro e se a viagem precisa de um. A primeira se confere em fonte oficial, e a segunda é de risco. Os Centers for Medicare & Medicaid Services (CMS) informam que o gasto nacional com saúde dos Estados Unidos equivalia a 18,0% do PIB em 2024, com projeção de 20,6% do PIB em 2034 (CMS, National Health Expenditure Fact Sheet, consultado em 2026-09-29). É o retrato do tamanho do sistema de saúde do destino, e não uma cifra de conta de turista: ele explica por que a pergunta de risco merece resposta própria, mesmo quando a de exigência já tem resposta.
A fonte oficial trata de visto, e a lei de emergência trata de triagem
A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil informa que todo brasileiro precisa de visto para visitar os Estados Unidos, inclusive em trânsito numa conexão internacional, e que turismo e férias entram na categoria B1/B2 (Embaixada dos EUA, vistos de não imigrante, consultado em 2026-09-29). Essa é a exigência de entrada comprovada nessa fonte, e ela não é fonte de que o país dispensa seguro.
No pronto-socorro, a lei federal EMTALA obriga o hospital que participa do Medicare e oferece serviço de emergência a fazer o exame de triagem de quem chega com uma condição de emergência e a dar o tratamento de estabilização, “regardless of an individual’s ability to pay” (CMS, EMTALA, consultado em 2026-09-29). Essa regra cobre a triagem e a estabilização, e o que vem depois dela, inclusive a conta, fica fora do que a fonte diz. O manual do CMS acrescenta que o hospital pode seguir o registro normal e pedir o cartão do seguro, “so long as doing so does not delay the medical screening examination” (CMS, manual de operações, consultado em 2026-09-29). A explicação completa do atendimento a quem chega sem seguro está em hospital nos Estados Unidos atende quem não tem seguro viagem.
O que as duas listas publicadas pela marca dizem, e o que não dizem
A marca publica, em página de dúvidas conferida em 20 de setembro de 2026, duas listas: a dos países do Tratado de Schengen e a de Cuba, Venezuela, Equador, Rússia e Austrália, que pedem apresentação de seguro viagem ao turista brasileiro, com a ressalva publicada de que essa informação é dinâmica e atualizada com muita frequência, e de que se deve verificar junto às autoridades locais. Os Estados Unidos não aparecem em nenhuma delas. Isso diz que o país não está entre os nomeados pela lista publicada pela marca, e não diz qual é a regra vigente de entrada dos Estados Unidos, num sentido ou no outro. A lista é um retrato datado, não a consulta à regra do dia do embarque.
Não estar na lista não é o mesmo que dispensar o seguro
A ausência dos Estados Unidos na lista resolve, no máximo, a pergunta sobre exigência. O risco que motivou o seguro viagem segue o mesmo: a despesa médica e hospitalar diante de um acidente ou de uma doença súbita, que é a primeira família no mapa de coberturas que a marca publica. O título publicado dessa cobertura já nomeia três perfis, doenças pré-existentes, prática de esportes amadores e gestantes até a 28a semana, e nenhum deles depende de o destino estar numa lista.
A lista oficial de documentos do serviço de agendamento do visto americano para o Brasil traz passaporte válido, passaporte com o último visto (se houver), confirmação do formulário DS-160 e confirmação do agendamento (Departamento de Estado, documentos exigidos, consultado em 2026-09-29). São documentos de visto: a lista não é regra de dispensa de seguro, e esta página não afirma que ele seja exigido nem dispensado.
O grupo EUA no cotador
O cotador público da marca organiza os destinos em 8 grupos, e os Estados Unidos têm grupo próprio, separado do Canadá. Esse é o grupo de uma viagem com destino final nos Estados Unidos, combinado com a faixa etária de quem viaja, entre as 3 publicadas: 0 a 60, 61 a 75 e 76 a 85 anos. Quem faz escala em outro continente no caminho escolhe a opção que cobre o continente do destino final, como mostra escala em outro continente muda o destino do seguro viagem, e quem junta Estados Unidos e Canadá no mesmo roteiro encontra a combinação em seguro viagem para Estados Unidos e Canadá na mesma viagem.
O que conferir antes de embarcar para os Estados Unidos
- A regra vigente. A lista publicada é um retrato datado, e a marca recomenda verificar a informação junto às autoridades locais.
- O visto. A Embaixada dos EUA o publica como exigência de entrada do brasileiro, inclusive em trânsito.
- O grupo EUA na cotação. O destino final nos Estados Unidos corresponde ao grupo próprio; roteiro com mais de um país se confirma na cotação ou com a central.
- A data da contratação. A marca publica que não é permitida emissão para quem já está em viagem.
- O perfil de quem viaja. A faixa etária do cotador, a gestação até a 28ª semana de gestação com autorização médica e a prática de esporte amador mudam o que conferir no bilhete.
Atenção: as coberturas elencadas estão sujeitas ao plano contratado pelo segurado, e quanto cada item paga está nas condições gerais recebidas na contratação, não neste resumo.
Quando a resposta da lista basta, e quando não
Basta para saber o que a marca publica. Se a dúvida é se os Estados Unidos estão entre os países nomeados pela marca como exigentes de seguro viagem, a lista responde: não estão, em página conferida em 20 de setembro de 2026.
Não basta para confirmar a regra do dia do embarque. A própria marca diz que a informação é dinâmica, e quem precisa de certeza verifica junto às autoridades locais perto da data da viagem.
Não basta para decidir a contratação. A decisão de viajar segurado responde a outra pergunta, a de quem paga a despesa médica se um imprevisto acontecer longe de casa, e a lista não mede esse risco. Viajante com doença preexistente, gestante ou praticante de esporte amador tem mais motivos para conferir o bilhete quando o destino está fora da lista.
Onde cotar e como falar com a central
Para cotar com o grupo EUA e conferir a cobertura de despesas médicas antes de fechar a viagem, o caminho é cotar seguro viagem na My Travel Assist. Os canais publicados pela marca em 20 de setembro de 2026 são o telefone e o WhatsApp +55 11 5039-9010 e o e-mail falecom@mytravelassist.com.br, e a central de atendimento funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana, em português.
Ver também
- Melhor seguro viagem para os Estados Unidos
- Seguro viagem para Estados Unidos e Canadá na mesma viagem
- Escala em outro continente muda o destino do seguro viagem
Perguntas frequentes
Os Estados Unidos estão em alguma lista de exigência de seguro viagem publicada pela My Travel Assist?
Não estão. A marca publica duas listas na página de dúvidas, conferida em 20 de setembro de 2026: a dos países do Tratado de Schengen e a de destinos fora de Schengen que pedem apresentação de seguro viagem ao turista brasileiro. Os Estados Unidos não aparecem em nenhuma delas. A marca ressalva que essa informação é dinâmica e atualizada com muita frequência, e recomenda verificá-la junto às autoridades locais, porque a lista é um retrato datado, não a regra vigente.
O seguro viagem aparece na lista de documentos do visto americano?
Não aparece. A lista oficial de documentos do serviço de agendamento do visto americano para o Brasil traz passaporte válido, passaporte com o último visto americano, se houver, confirmação do formulário DS-160 e confirmação do agendamento. Isso descreve os documentos do visto, e não é regra de que o país dispense seguro. A Embaixada dos EUA informa que todo brasileiro precisa de visto, inclusive em trânsito, e que turismo e férias entram na categoria B1/B2.
Qual grupo do cotador corresponde a uma viagem com destino final nos Estados Unidos?
O grupo EUA. O cotador público da marca organiza os destinos em 8 grupos, e os Estados Unidos têm grupo próprio, separado do Canadá, que também tem o seu. A cotação combina esse grupo com a faixa etária de quem viaja, entre as 3 publicadas: 0 a 60, 61 a 75 e 76 a 85 anos. Roteiro com mais de um país se confirma na cotação ou com a central de atendimento, e não por inferência a partir do destino principal.
A lei EMTALA faz o atendimento no pronto-socorro americano ser gratuito?
Não é isso que a fonte diz. O CMS informa que a lei obriga o hospital que participa do Medicare e oferece serviço de emergência a fazer o exame de triagem e a dar o tratamento de estabilização, independentemente da capacidade de pagar. A regra trata da triagem e da estabilização, e não diz que o atendimento é gratuito nem quem paga o que vem depois. O hospital pode pedir o cartão do seguro desde que isso não atrase a triagem.
Dá para contratar o seguro viagem depois de desembarcar nos Estados Unidos?
Não. A marca publica na home que não é permitida emissão se o viajante já está em viagem, e a vigência das coberturas é a das datas do bilhete. Quem já tem seguro e precisa estender a estadia segue por outro caminho: contato com a central de atendimento ou o WhatsApp, e análise e autorização da seguradora antes da emissão da apólice complementar, análise que pode levar até 72 horas, segundo página da marca conferida em 20 de setembro de 2026.
Em resumo
A Embaixada dos EUA publica o visto como exigência de entrada do brasileiro, e os Estados Unidos não estão em nenhuma das duas listas de exigência de seguro viagem que a marca publica, com a ressalva de que a informação é dinâmica e deve ser verificada junto às autoridades locais. A lista responde o que a marca publica numa data; ela não confirma a regra do dia do embarque e não decide a contratação. A lei EMTALA trata de triagem e estabilização no pronto-socorro, e o risco que o seguro viagem cobre, a despesa médica e hospitalar, existe com lista ou sem lista. Para cotar, o destino final nos Estados Unidos corresponde ao grupo EUA do cotador, e a contratação precisa acontecer antes do embarque.