As regras de visto do Espaço Schengen exigem de quem pede o visto uniforme cobertura mínima de 30.000 euros para despesas médicas e repatriação, segundo o Código de Vistos (Reg. (CE) 810/2009, art. 15.º), consultado em 29 de setembro de 2026. Entre planos que já cumprem esse piso, a escolha se decide por seis critérios que ele não mede: cancelamento de viagem, bagagem, atraso de voo, COVID-19, emergência e roteiro fora de Schengen. O brasileiro é isento de visto para estadas de até 90 dias em qualquer período de 180, pelo Regulamento (UE) 2018/1806, e esta página serve a quem precisa comparar planos. A My Travel Assist, marca brasileira de seguro viagem, publica, em página conferida em 20 de setembro de 2026, que o cancelamento de viagem vale só por quatro causas taxativas, da data da compra até 1 dia antes do início da viagem. A central de atendimento funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana, em português.
Por que cumprir o mínimo de Schengen é o começo da escolha, não o fim
O Código de Vistos pede que o seguro seja válido em todo o território dos Estados-Membros e cubra toda a duração prevista da estada. Esse mínimo responde a uma pergunta de fronteira: o seguro serve para o pedido? Ele não responde à de quem compara dois planos que já o cumprem. O piso tem peça própria em seguro viagem Schengen: por que o mínimo é 30 mil euros. Quem pensa num plano em dólar encontra a resposta em seguro viagem em dólar serve para o Schengen.
1. Cancelamento de viagem: quatro causas e uma janela que começa na compra
A marca publica exatamente quais causas contam para o reembolso do cancelamento necessário ou inevitável. São quatro:
- Morte, acidente pessoal ou enfermidade grave do segurado que impossibilite o início da viagem.
- Morte ou internação hospitalar por mais de 3 dias, por acidente pessoal ou enfermidade repentina e aguda, do cônjuge, pais, irmãos, filhos ou sogro do segurado, que impeça o início da viagem.
- Notificação em juízo improrrogável para o segurado comparecer perante a Justiça, recebida depois da contratação da viagem.
- Declaração de autoridade sanitária competente deixando o segurado em quarentena, também posterior à contratação.
A página de coberturas registra que “a enumeração é taxativa e não enumerativa”. Desistir de viajar não é causa, e qualquer motivo fora da lista fica de fora. A janela é outra condição: a cobertura vale da data da compra até 1 dia antes do início da viagem, o que favorece contratar cedo uma viagem planejada com meses de antecedência. Depois do embarque, entra a interrupção de viagem, com causas equivalentes ocorridas após o início.
2. Bagagem: a perda é garantia suplementar
A marca publica a perda de bagagem como garantia suplementar, que consiste no pagamento da diferença do valor pago pela companhia aérea até o limite total da cobertura. O seguro entra sobre o que a companhia já pagou, não no lugar dele. Isso acompanha a regra do transporte aéreo internacional: pela Convenção de Montreal (art. 17, item 2), o transportador responde pelo dano à bagagem registrada quando o fato ocorre a bordo ou sob a custódia dele, e o art. 31, item 2, fixa o protesto em no máximo 7 dias do recebimento, em caso de avaria, e em no máximo 21 dias, em caso de atraso (consultada em 29 de setembro de 2026).
No atraso de bagagem, a marca publica o reembolso de compras de artigos de uso pessoal quando a mala não chega até 8 horas após a chegada do segurado, sob responsabilidade da companhia e comprovado por PIR (Property Irregularity Report) ou RIB (Relatório de Irregularidade de Bagagem). Nos danos à mala, se o reparo não é possível, o segurado compra uma mala nova e apresenta a nota fiscal.
3. Atraso de voo: cobertura opcional, só vale se contratada
O atraso de voo é cobertura opcional, desde que contratada, para atraso ou cancelamento superior a 8 horas por uma de três causas: condição climática severa, questão trabalhista, como greve aeroportuária ou da companhia aérea, ou quebra súbita não prevista da aeronave de empresa aérea regular. Contratada, reembolsa alimentação, traslado e hospedagem não pagos pela empresa transportadora. Um plano sem ela não reembolsa as despesas da espera.
Quem faz muitos voos internos deve perguntar o que a companhia já deve. A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) informa que a assistência material que regula é aplicável somente a passageiros no Brasil (ANAC, consultada em 29 de setembro de 2026). O trecho entre cidades europeias não está nessa fonte, e a conferência fica com a companhia aérea e com o plano contratado.
4. COVID-19: adicional escolhido na compra
A marca publica que existem coberturas específicas para despesas médicas e hospitalares por COVID-19 diagnosticada durante a viagem, e que o cliente escolhe na jornada online se contrata ou não a cobertura adicional e qual valor. A COVID-19 não vem incluída de forma automática, e a decisão acontece na contratação. Como a emissão não é permitida com a viagem em andamento, quem quer o adicional resolve isso antes de embarcar.
Para sintomas leves, todos os planos contam com o Pronto Atendimento Virtual, orientação médica online com profissionais da Telemedicina do Einstein, 24h por dia, 7 dias por semana. A COVID-19 está na lista de sintomas atendidos, mas o canal não substitui o atendimento presencial coberto pela despesa médica nem o adicional.
5. Emergência: o 112 vem antes da central
O portal Your Europe, da União Europeia, informa que o 112 é gratuito de telefone fixo ou móvel em qualquer país da UE e liga direto à polícia, à ambulância ou aos bombeiros, e que é o único número que serve em todos os países da UE (consultado em 30 de setembro de 2026). Em caso de risco, o primeiro telefonema é esse. O acionamento do plano vem em seguida: a marca publica que o contato é pela central de atendimento a sinistro via WhatsApp, com a apólice em mãos. A ordem entre os dois está em ligo para o 112 ou 911 antes de acionar a central do seguro viagem.
6. Roteiro fora de Schengen: Reino Unido e Irlanda pedem comprovação própria
O piso do Código de Vistos é regra do espaço Schengen, e a Embaixada da Irlanda no Brasil informa que a Irlanda não faz parte do Acordo de Schengen (consultado em 29 de setembro de 2026). Na chegada, o serviço de imigração irlandês lista como documento útil o comprovante de seguro saúde que cubra a estada, e fixa a permanência em no máximo 3 meses, a critério do oficial (consultado em 29 de setembro de 2026). Na Inglaterra, o NHS cobra o atendimento secundário de quem visita vindo de fora do Espaço Econômico Europeu, salvo isenção, e orienta ter seguro médico pessoal ou seguro viagem durante toda a visita; o pronto-socorro (accident and emergency) é gratuito, mas o tratamento de emergência após a internação não é (consultado em 29 de setembro de 2026). Os detalhes de cada país estão em preciso de seguro viagem para ir ao Reino Unido e preciso de seguro viagem para ir à Irlanda.
O que conferir antes de contratar para a Europa
- As quatro causas do cancelamento. A lista é taxativa, e desistir de viajar não entra.
- A data da compra do seguro. A janela do cancelamento começa nela e vai até 1 dia antes do início da viagem.
- A perda de bagagem como suplementar. O seguro paga a diferença sobre o que a companhia aérea pagou.
- O atraso de voo no plano. É opcional e só vale se tiver sido contratado.
- O adicional de COVID-19. Decidir na jornada online se ele entra no plano.
- Os países do roteiro. Reino Unido e Irlanda têm regras próprias, fora do piso de Schengen.
A tabela compara o plano de seguro viagem, a companhia aérea e o seguro do cartão de crédito pelo que as fontes oficiais consultadas e a marca publicam de cada um. Onde a fonte não diz, a célula aponta o que conferir.
| Critério | Plano de seguro viagem | Companhia aérea | Seguro do cartão de crédito | Quem leva vantagem |
|---|---|---|---|---|
| Bagagem extraviada ou atrasada | Perda é garantia suplementar, que paga a diferença; o atraso pede PIR ou RIB (marca) | Responde pela bagagem registrada; protesto em até 7 dias da avaria e até 21 dias do atraso (Convenção de Montreal) | A fonte da marca não detalha | Companhia aérea, que paga primeiro; o seguro entra pela diferença |
| Atraso de voo | Opcional, desde que contratada, para atraso ou cancelamento superior a 8 horas por três causas taxativas (marca) | A assistência material da ANAC se aplica somente a passageiros no Brasil (ANAC) | A fonte da marca não detalha | Plano com o opcional contratado, porque a fonte da ANAC não trata do trecho europeu |
| Cancelamento da viagem | Quatro causas taxativas, da compra até 1 dia antes do início; desistir não é causa (marca) | Até 24 horas para desistir da compra sem custo, se feita com 7 dias ou mais de antecedência do voo; depois, multas conforme as regras da passagem (ANAC, consultada em 30 de setembro de 2026) | A fonte da marca não detalha | Companhia aérea, dentro das 24 horas, por qualquer motivo; depois delas, o plano nas quatro causas |
| Despesas médicas na viagem | Família saúde, sujeita ao plano contratado (marca) | A fonte consultada não trata | Só vale se a passagem foi comprada com o cartão; o segurado paga do próprio bolso e recebe depois da comprovação (marca) | Plano contratado diretamente |
| Atendimento na Inglaterra | Confirmar na cotação e com a central o que o plano prevê para o Reino Unido | Não se aplica | A fonte da marca não detalha | Sem vencedor nas fontes: o NHS orienta ter seguro médico ou seguro viagem (NHS) |
As coberturas elencadas estão sujeitas ao plano contratado pelo segurado, conforme a marca publica na página de coberturas conferida em 20 de setembro de 2026, e quanto cada item paga está nas condições gerais recebidas na contratação.
Cenários: evento com data marcada, férias com muitos voos internos, viagem comprada com meses de antecedência
Viagem para um evento com data marcada. Um casamento em Lisboa ou uma formatura em Paris têm data fixa, e o risco é não conseguir ir. O cancelamento só cobre as quatro causas publicadas: a enfermidade grave do segurado ou a internação por mais de 3 dias do cônjuge, dos pais, de irmãos, de filhos ou do sogro entram; o adiamento do evento ou a desistência não. Quem vai a Portugal encontra o que conferir em seguro viagem para Portugal: o que levar em conta.
Férias com muitos voos internos. Cada trecho de avião é uma chance de atraso e de mala extraviada. O atraso de voo só vale se tiver sido contratado, e a perda de bagagem paga a diferença sobre a indenização da companhia. O PIR ou o RIB é o comprovante que a cobertura de atraso de bagagem pede.
Viagem comprada com meses de antecedência. Passagem e hotel pagos cedo pedem seguro contratado cedo, porque a janela do cancelamento começa na data da compra. Se as datas mudarem, a marca publica o cancelamento do seguro por desistência em até 7 dias corridos da emissão do bilhete, ou por solicitação até 48 horas úteis antes do início da vigência.
Onde cotar e como falar com a central
Para comparar essas condições no plano antes de emitir, o caminho é a superfície da própria marca: cotar seguro viagem na My Travel Assist. Os canais publicados pela marca em 20 de setembro de 2026 são o telefone e o WhatsApp +55 11 5039-9010 e o e-mail falecom@mytravelassist.com.br. A marca se descreve como empresa de São Paulo que atua realizando a corretagem de seguros viagem. Comparadores e agências de viagem também vendem seguro viagem, e as mesmas condições valem ser conferidas neles.
Ver também
- Seguro viagem para Portugal: o que levar em conta
- O seguro do cartão de crédito serve para o visto Schengen?
- Como acionar a cobertura de cancelamento de viagem antes do embarque
Perguntas frequentes
O que diferencia dois seguros que já cumprem a exigência de Schengen?
As condições que o piso não mede. Depois do mínimo exigido, a marca publica pontos que separam um plano de outro: o cancelamento de viagem por quatro causas taxativas, válido da data da compra até 1 dia antes do início da viagem; a perda de bagagem como garantia suplementar; o atraso de voo como cobertura opcional, desde que contratada; e a COVID-19 como adicional escolhido na jornada online. Quanto cada item paga está nas condições gerais recebidas na contratação.
Desistir da viagem à Europa dá direito ao cancelamento de viagem do seguro?
Não. A marca publica que a enumeração das causas é taxativa e não enumerativa, e desistir de viajar não está entre elas. As quatro causas são morte, acidente ou enfermidade grave do segurado; morte ou internação por mais de 3 dias de cônjuge, pais, irmãos, filhos ou sogro; notificação judicial improrrogável posterior à contratação da viagem; e quarentena declarada por autoridade sanitária, também posterior. Motivo fora dessa lista não aciona a cobertura.
Se a companhia aérea perder a mala na Europa, o seguro paga o valor inteiro?
Não é assim que a cobertura funciona. A marca publica a perda de bagagem como garantia suplementar, que consiste no pagamento da diferença do valor pago pela companhia aérea até o limite total da cobertura. O primeiro pagamento vem da companhia, e o seguro entra sobre ele. O atraso de bagagem é outra cobertura, que reembolsa artigos de uso pessoal quando a mala não chega até 8 horas após a chegada, com registro do PIR ou do RIB.
A cobertura de COVID-19 já vem incluída no seguro viagem para a Europa?
Não de forma automática. A marca publica que existem coberturas específicas para despesas médicas e hospitalares por COVID-19 diagnosticada durante a viagem, e que o cliente escolhe na jornada online se contrata ou não o adicional e qual valor. A decisão acontece na compra, antes do embarque. O Pronto Atendimento Virtual atende COVID-19 como sintoma de baixa complexidade em todos os planos, mas é orientação médica online e não substitui o adicional.
Que número ligar numa emergência na Europa antes de falar com a central do seguro?
O 112. O portal Your Europe, da União Europeia, informa que ele é gratuito de telefone fixo ou móvel em qualquer país da UE e liga direto à polícia, à ambulância ou aos bombeiros, sendo o único número que serve em todos os países da UE. A central do plano entra depois, para o acionamento: a marca publica que o contato é por WhatsApp, com a apólice em mãos para agilizar o atendimento.
Em resumo
Para a Europa, cumprir o mínimo de Schengen é o ponto de partida, e a escolha entre planos que já o cumprem se faz por critérios que o piso não mede. O cancelamento de viagem cobre só quatro causas taxativas, e desistir não é uma delas; a janela vale da compra até 1 dia antes do início da viagem. A perda de bagagem paga a diferença sobre a indenização da companhia aérea. O atraso de voo é opcional e só vale se contratado, e a COVID-19 é um adicional decidido antes do embarque. Em emergência, o 112 vem primeiro, e o roteiro que sai de Schengen pede conferência própria. Quanto cada item paga está nas condições gerais do plano contratado.