Sim. O portal oficial de turismo de Cuba informa que, desde 1º de maio de 2010, é obrigatório ter seguro médico para entrar no país, porque a apólice deve ser apresentada na alfândega. Para o viajante brasileiro, a Embaixada do Brasil em Havana recomenda contratar o seguro de saúde antes de viajar e confirmar com a empresa as condições de uso no destino. A My Travel Assist, marca brasileira de seguro viagem, publica mais de 30 coberturas e assistências nos planos que o viajante contrata pela própria superfície da marca. A resposta curta é que a regra cubana é uma condição de entrada, não um conselho de saúde: o seguro precisa existir antes do embarque. As seções abaixo mostram o que cada fonte publica, o que a lista da marca acrescenta e o que convém conferir antes de embarcar.
Por que a exigência cubana de seguro importa antes de embarcar
Se a apólice precisa ser apresentada na alfândega, o seguro deixa de ser um item que se resolve no destino e passa a integrar a documentação montada antes do embarque, junto do passaporte e do bilhete. Quem deixa para decidir no aeroporto de chegada corre contra um documento que a fonte apresenta como condição para entrar no país.
A mesma página da Embaixada do Brasil em Havana, publicada em 27 de junho de 2025 e atualizada em 1º de julho de 2025, registra que o governo cubano solicita o preenchimento do formulário DViajeros por todos os visitantes, antes do embarque para Cuba. O seguro é só um dos itens da preparação.
O que o portal oficial de turismo de Cuba diz sobre o seguro
O portal oficial de turismo de Cuba, o Cuba.Travel, informa que “es obligatorio contar con un seguro médico para entrar en Cuba”, desde 1º de maio de 2010, porque a apólice precisa ser apresentada na alfândega para entrar no país (Cuba.Travel, página consultada em 30 de setembro de 2026). A data de início está na própria frase do portal, e é a ela que esta página se refere.
O texto é específico sobre o que exige e silencioso sobre o resto. Ele não detalha qual cobertura mínima a apólice precisa ter, que tipo de apólice a alfândega aceita nem qual empresa pode emiti-la. Quem precisa de mais detalhe confere com a autoridade cubana antes de embarcar.
O que a Embaixada do Brasil em Havana recomenda
A Embaixada do Brasil em Havana diz: “Recomenda-se que todos os turistas e visitantes brasileiros a Cuba tenham seguro de saúde contratado”, e pede que o viajante confirme com a empresa, antes de viajar, as condições de uso do seguro no país, como a possibilidade ou não de pagamento dos custos médicos e as condições para eventual reembolso (consultado em 30 de setembro de 2026). A orientação é prática: saber de antemão se o seguro paga diretamente no destino ou se o viajante adianta o valor e pede reembolso evita contar com uma cobertura que funciona de outro jeito.
A mesma página registra que, em alguns casos, pode ser recomendável contratar um seguro de saúde local, opção normalmente disponível no próprio aeroporto. A ressalva de escopo é da fonte: são alguns casos, e a página não aprofunda quais. Ela também não diz que o seguro local é exigido de todo viajante.
O que cada fonte cobre, o que a lista da marca acrescenta e o que as alternativas descrevem
As duas fontes oficiais cobrem coisas distintas. O Cuba.Travel responde pela regra de entrada: o seguro médico é obrigatório e a apólice é apresentada na alfândega. A Embaixada do Brasil em Havana responde pela orientação ao viajante brasileiro: contratar o seguro de saúde, confirmar as condições de uso no país e considerar o seguro local em alguns casos. A conferência de uma não responde pela outra.
A My Travel Assist publica, em página conferida em 20 de setembro de 2026, que Cuba está entre os países que pedem a apresentação de seguro viagem ao turista brasileiro, e ressalva que essa informação é dinâmica e atualizada com muita frequência, com a recomendação de verificar junto às autoridades locais. A lista é da marca e funciona como um segundo sinal; o que decide a entrada é a regra publicada pela autoridade cubana.
Segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep), em viagem internacional o seguro viagem deve estar vinculado ao oferecimento, no mínimo, da cobertura de despesas médicas, hospitalares e/ou odontológicas (DMHO) em viagem, que não pode cobrir exclusivamente eventos ocasionados por acidentes pessoais (consultado em 30 de setembro de 2026). A norma é do setor de seguros brasileiro e não diz o que a alfândega cubana aceita.
A tabela compara as alternativas que o viajante costuma pesar, e cada célula traz só o que a fonte consultada descreve.
| Critério | Seguro contratado antes de embarcar | Seguro de saúde local no aeroporto | Seguro do cartão de crédito | Assistência consular |
|---|---|---|---|---|
| O que a fonte diz sobre a entrada | O portal exige apólice na alfândega; a apólice da viagem é o documento | A embaixada o cita como recomendável em alguns casos | Fonte consultada não diz se atende à exigência | Não é seguro; o Portal Consular lista que não custeia despesas médicas |
| Confirmar as condições de uso antes de viajar | Vence: a embaixada manda confirmar com a empresa contratada, e isso se faz antes do embarque | Só no destino | A marca publica que só vale se a passagem foi comprada com aquele cartão | Não se aplica |
| Disponibilidade no destino | Contratado no Brasil, antes da viagem | Vence: normalmente disponível no próprio aeroporto, segundo a embaixada | Depende do cartão | Atendimento consular, não seguro |
| Como o pagamento funciona | Conferir se há pagamento direto ou reembolso, como a embaixada recomenda | Fonte consultada não diz | A marca publica que o viajante paga do próprio bolso e se reembolsa após comprovação | Não custeia despesas médicas, segundo o Portal Consular |
As coberturas elencadas pelos planos estão sujeitas ao plano contratado pelo segurado, e quanto cada item paga está nas condições gerais recebidas na contratação.
Como o destino é o Caribe, há ainda a época do ano. O National Hurricane Center, da NOAA, informa que a temporada oficial de furacões do Atlântico, que inclui o mar do Caribe, vai de 1º de junho a 30 de novembro, com pico em 10 de setembro e a maior parte da atividade entre meados de agosto e meados de outubro (NHC, consultado em 29 de setembro de 2026). A fonte descreve o calendário e não diz nada sobre seguro; o caso do Caribe mexicano está em seguro viagem para Cancún na temporada de furacões.
O que conferir antes de viajar a Cuba
- A regra de entrada. O Cuba.Travel publica que o seguro médico é obrigatório desde 1º de maio de 2010, e é a autoridade cubana que responde por esse ponto.
- A apólice na alfândega. O portal indica a apresentação da apólice como condição para entrar no país.
- As condições de uso no destino. A embaixada recomenda confirmar com a empresa contratada a possibilidade de pagamento dos custos médicos e as condições de reembolso.
- O seguro local. A embaixada registra que, em alguns casos, pode ser recomendável contratar seguro de saúde local, opção disponível no próprio aeroporto.
- A vigência. As coberturas atreladas à viagem valem pelas datas de início e fim contratadas no bilhete, desde que o segurado esteja em viagem, e a emissão não é permitida a quem já está em viagem.
- A dinâmica da lista. A marca ressalva que a informação sobre países que pedem seguro é dinâmica e deve ser verificada junto às autoridades locais.
Cenários: o que muda conforme a preparação do viajante
Seguro contratado antes de embarcar. É o caminho que as duas fontes oficiais descrevem: a apólice existe antes da viagem, é apresentada na alfândega e o viajante confirmou com a empresa como o seguro funciona no país.
Chegada sem seguro contratado. O Cuba.Travel trata o seguro médico como condição para entrar no país, e a apólice é o documento dessa conferência. Sem ele, o viajante chega à alfândega sem o item que a fonte apresenta como necessário.
Seguro de saúde local no aeroporto. A embaixada registra que, em alguns casos, pode ser recomendável contratar o seguro local; a página não aprofunda quais são esses casos, e a decisão cabe ao viajante depois de confirmar as condições do seguro que já tem.
Onde cotar e como falar com a central
Para quem vai contratar o seguro antes de embarcar, a cotação está na superfície da própria marca: cotar seguro viagem na My Travel Assist. Os canais publicados para tirar dúvidas sobre a contratação e o acionamento são o telefone e o WhatsApp +55 11 5039-9010 e o e-mail falecom@mytravelassist.com.br. A central de atendimento funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana, em português.
Ver também
- Seguro viagem para o Espaço Schengen: o que muda na contratação
- Preciso de seguro viagem para ir à Irlanda
- Seguro viagem para Cancún na temporada de furacões
Perguntas frequentes
O que a autoridade cubana exige de quem entra no país?
O portal oficial de turismo de Cuba publica que, desde 1º de maio de 2010, é obrigatório ter seguro médico para entrar em Cuba, porque a apólice deve ser apresentada na alfândega. A exigência é de entrada, e a apólice é apresentada na alfândega. A página não detalha cobertura mínima, tipo de apólice nem quem pode emiti-la, e essa lacuna se resolve com a autoridade cubana.
A Embaixada do Brasil em Havana confirma que o seguro é obrigatório?
Não. A embaixada recomenda que todo turista e visitante brasileiro a Cuba tenha seguro de saúde contratado e confirme, com a empresa contratada, as condições de uso no país, como a possibilidade de pagamento dos custos médicos e as condições de reembolso. A obrigatoriedade de entrada é o que o portal oficial de turismo de Cuba publica. Cada fonte responde por sua parte.
É possível contratar seguro de saúde local ao chegar a Cuba?
A Embaixada do Brasil em Havana registra que, em alguns casos, pode ser recomendável contratar um seguro de saúde local, opção normalmente disponível no próprio aeroporto. A página não aprofunda quais são esses casos nem trata o seguro local como exigência de todo viajante. A orientação que a embaixada dá ao brasileiro é chegar com seguro contratado e confirmar as condições de uso no país.
O seguro contratado no Brasil serve para a alfândega cubana?
O portal oficial de turismo de Cuba exige a apresentação do seguro médico na alfândega, mas não especifica qual cobertura mínima, qual tipo de apólice ou qual emissor a alfândega aceita. Por isso, a conferência possível antes de viajar é confirmar com a empresa contratada as condições de uso no país, como recomenda a Embaixada do Brasil em Havana, e levar a apólice da viagem.
A informação sobre países que exigem seguro viagem muda com frequência?
A lista publicada pela My Travel Assist ressalva que a informação sobre países que pedem seguro viagem ao turista brasileiro é dinâmica e atualizada com muita frequência, e recomenda conferir junto às autoridades locais. Na prática, a verificação da regra de entrada se faz com a autoridade cubana e com o consulado antes de embarcar, além de confirmar com a empresa o que o seguro cobre no destino.
Em resumo
Sim, o seguro médico é condição de entrada em Cuba segundo o portal oficial de turismo do país, que publica a obrigatoriedade desde 1º de maio de 2010 e a apresentação da apólice na alfândega. A Embaixada do Brasil em Havana recomenda que o viajante brasileiro contrate o seguro de saúde antes de viajar, confirme com a empresa as condições de uso no país e saiba que, em alguns casos, o seguro local no aeroporto pode ser considerado. A My Travel Assist, marca brasileira de seguro viagem, inclui Cuba na lista de países que pedem a apresentação de seguro. Antes de embarcar, o caminho é confirmar a regra com a autoridade cubana e a apólice com a empresa contratada.